Bem-vindo aos melhores percursos de Portugal! 

Entre no mundo Responsible Trails Portugal (RT),  a plataforma digital que distingue, promove e comercializa percursos em território nacional. 

 

Com uma lógica inovadora o Responsible Trails coloca o utilizador no centro da operação. Reporte as ocorrências, integre a comunidade e usufrua ainda mais da vida ao ar livre!

Todos os percursos apresentados são previamente selecionados e monitorizados regularmente. Têm informação real e actualizada, promovendo a segurança e a interação com o património de forma responsável. 

Todos os percursos Responsible Trails assumem o cumprimento integral das recomendações e exigências de um código de ética, procurando ativamente a melhoria continua da experiência proporcionada ao utilizador.

 

O Utilizador Responsável

O utilizador Responsible Trails assume um papel de destaque nesta plataforma e tem influência direta na gestão dos percursos.
Assume-se mesmo que o utilizador é parte da solução no que à garantia de qualidade da experiência vivida diz respeito, uma vez que tem disponível uma importante ferramenta de report de ocorrências, que são comunicadas às entidades gestoras dos percursos.
A possibilidade de fazer reviews, comentar, gerir a página pessoal e interagir com a comunidade faz com que a plataforma tenha uma componente social de interação e partilha muito interessante e dinâmica. 

Os Responsible Trails

São monitorizados e auditados regularmente;

Pretendem garantir a máxima segurança do utilizador;

Comunicam de forma honesta, transparente e atualizada a experiência;

Valorizam a opinião do utilizador, facilitando assim a evolução contínua da estrutura em resposta às necessidades do utilizador;

Promovem a valorização e conservação dos patrimónios onde se inserem (naturais / históricos / culturais), respeitando as boas práticas associadas a cada tipo de património.

 

Código de ética Responsible Trails

A transparência da informação e a realidade da experiência deve ser um requisito incontornável em todo o tipo de percursos. É importante que a informação seja comunicada de forma clara e transparente, de modo a que as expectativas do utilizador não sejam defraudadas. A opinião da comunidade de utilizadores sobre os percursos é valiosa. Deve ser aproveitada e trabalhada para introduzir melhorias aos percursos e estes irem ao encontro das necessidades e desejos do utilizador.
Os percursos devem estar devidamente sinalizados (cumprindo ou não as normas de homologação) de modo a que o utilizador esteja em segurança, usufrua ao máximo da infraestrutura e tenha a melhor experiência possível.
A segurança dos utilizadores deve ser sempre um dos principais objetivos dos promotores de percursos. Deve-se evitar que os utilizadores sejam expostos a riscos desnecessários que ponham em causa a sua saúde e o seu bem estar.
Este tipo de estrutura deve sempre existir num percursos, de modo a que o utilizador tenha o máximo de informação, a experiência seja a melhor possível e a segurança nunca esteja comprometida. Essas estruturas devem estar em bom estado, devem ser mantidas e vigiadas com regularidade, de modo a que não representem um risco para os utilizadores.
Pontes, pontões, passadiços, varandins, corrimões, escadas, abrigos e outras estruturas têm um papel muito importante na segurança do utilizador e na experiência global que é vivida. Por isso devem estar sempre em bom estado, ser alvo de uma vigilância constante e uma manutenção regular e adequada, impedindo que a sua utlização transmita uma falsa segurança ao utilizador e o exponha ao perigo.
Os percursos devem apresentar-se no melhor estado de conservação possível. A entidade promotora deve ter especial atenção ao estado do piso, limpeza de vegetação, existências de lixos e entulhos, entre outros.
Os percursos devem explorar o máximo de pontos de interesse existentes numa determinada área e fornecer informação sobre estes com a máxima qualidade possível. A rede de pontos de interesse e apoio deve ser o mais completa possível e ser alvo de atualização regular.
As comunidades locais devem estar envolvidas nos projetos de implementação de percursos. O seu envolvimento é essencial para o sucesso do percurso e este deve ir também ao encontro das necessidades e expectativas da população. Para isso deve estimular o contacto entre visitantes e habitantes, promover as trocas culturais, o bem estar e servir também a população.
Os percursos, sendo estruturas de animação permanente, devem estimular a economia local procurando dar resposta aos interesses dos vários agentes económicos. Devem assumir-se também como uma atividade de dinamização da economia e para isso é necessário facilitar a aproximação do visitante aos serviços existentes.
Os percursos, sendo infraestruturas que surgem principalmente em meio natural e que estimulam o contacto com a natureza, devem também comunicar as boas práticas de conservação e respeito pela fauna e flora existente. É muito importante que os valores naturais sejam identificados e conhecidos pela comunidade de utilizadores para poderem ser protegidos.
Todas as intervenções , principalmente obras e infraestuturas, devem enquadrar-se o melhor possível na paisagem. Para isso , sempre que possível, e importante: utilizar materiais locais e naturais, respeitar a arquitetura tradicional, ler e compreender bem o terreno, instalar estruturas discretas, reaproveitar edifícios existentes, entre outras normas, tentando assim evitar ao máximo a hiper-estruturação e retirar protagonismo ao percurso.
Entidades externas, com tutela ou proprietárias de áreas atravessadas por percursos (ICNF, exército, empresas, associações, ass. baldios), devem sempre ser consultadas e envolver-se desde o início nos projetos de percursos. Os seus contributos e opiniões são muito importantes para evitar conflitos de utilização de terrenos e passagens, evitando problemas e insegurança para os utilizadores. As associações (recreativas, jovens, despostivas, ambientais, etc..) são igualmente parceiros importantes na divulgação e manutenção dos percursos, devendo assumir um papel ativo na concepção e gestão dos mesmos.